Archive for the 'Internet' Category

iFishu: Caiu na rede, é peixe

Mais uma rede social, ainda tateando mas que de cara já agrada aos olhos é o iFISHU.com (“eu te pesco”).

A idéia aqui é integrar web e mobiles phones, sendo esses últimos a ferramenta principal de interação.

Funciona assim: você entra no site (ou é convidado a entrar), cadastra seu celular, recebe o código via sms, acessa e começa a pescar. Cada peixe no seu “oceano” (quem sabe até azul 🙂 é uma pessoa que você “iscou” e agora faz parte da sua rede social debaixo dá’gua. Lá você escolhe seu “fishname” e sai em busca de novas barbatanas, quase um procurando Nemo.

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O pulo do gato está no fato do motivo da temática: o uso da rede on line para colher doações à ONGs focadas na preservação dos oceanos, como o Projeto Tamar e WWF. E você nem vai sentir que está doando: Cada novo peixe no seu áquario virtual é um ticket que vc ganha. A cada semana você ganha 100 moedas e ao término de um mês, 500, que poderão ser trocadas por SMS e futuramente (o que é o objetivo do serviço), doadas às ONGs.

Depois, em uma segunda fase, vc vai poder utilizar os créditos para “incrementar” seu oceano, “atraindo” assim mais peixes, repassando a renda virtual para as instituições.

E o melhor: é tudo de graça.

O site ainda está na versão Alpha, mas já rendeu algumas inovações. Uma parceria foi feita com a WWF, para que, a cada 10 mil dólares em doações – a renda virtual convertida em real money – uma tartaruga será monitorada por satélite. O uso dos celulares é, sem dúvida, o fato que talvez dê mais impulso para a proposta.

Não sei onde vai levar, não sei o que vai dar. Sei que assim como o oceano, as possibilidades das redes sociais são enormes e ainda não sabemos o que podemos encontrar quando jogarmos nossa “isca” on line.

Entra lá, confira. Meu oceano é esse aqui.

(via Ingrid Freitas, no Alow)

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#smbr on and off line

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Confesso, minha tendência inicial era começar esse post falando o que houve de ruim no evento. Mas parei, ponderei e resolvi falar do que realmente senti por lá. Pra ter uma visão geral do evento, é só clicar na tag #smbr.

Senti que o primeiro evento focado em social media no Brasil poderia ter decolado, mas não saiu da pista. A primeira evidência da decolagem foi depois da apresentação ponto alto de sábado, do @gfortes, da Espalhe, com o melhor Jabá do dia.

Aliás, independente da polêmica dos Jabás no evento, quero dizer que gosto de Jabás. Comunicação sem Jabá é conteúdo sem vivência. Vida longa aos Jabás, desde que sejam pertinentes ao momento, inteligentes, contextualizados, acrescentando conteúdo útil e não desculpa pra mera autopromoção.

No sábado começou melhor. Chegou no ponto alto durante o painel de apps em mídias sociais. Mas não decolou, não saiu do solo. Até a chamada dos twitteiros (que conseguiram acessar a rede) para subir ao palco foi meio sem sentido, morreu no vazio.

Foram vários esses momentos. Apresentações boas, boas dicas, gente com conhecimento de como fazer social media funcionar falando lá na frente, mas com conteúdos que não acrescentaram muito ao que a gente já sabia. Quando vinham cases reais à tona, tudo melhorava. Mas não emplacava.

Faltou tomada para os computadores, microfones sem microfonia e internet wifi. Confira as fotos do @luisleao que resume a falta de estrutura do #smbr: mais de 600 pessoas e pouquíssimas tomadas.

Mas até essas mazelas despertaram a criatividade geral, que fez surgir pérolas como o #twitterdepapel.

Ainda assim o evento teve seu mérito, principalmente por ter sido rede social off line, com gente que não era fake falando olhando no olho, trocando idéia, se conhecendo.

O conteúdo foi relevante? Nem tanto, mas trocar idéias sobre o conteúdo lá na vida real valeu. Pena que isso não foi mais explorado: a participação do público era mínima, o modelo privilegiou a explanação e não a interação.

E ficou claro: o uso de mídias sociais em comunicação veio pra ficar e quem não focar boa parte da sua atenção nisso daqui pra frente vai ter vida curta.

Foi relevante pra mim? Foi. Fiz contatos, troquei idéias com gente tão legal pessoalmente quanto são legais twittando. Mas a inovação que pediu o primeiro evento com essa temática no Brasil passou longe.

Desejo que um segundo possa superar o primeiro. A gente aguarda e enquanto isso se encontra on line.

Confira todas as apresentações (oficiais) do evento no www.socialmediabrasil.com.br

Quando o “what are you doing” do twitter ganha novas respostas

Porque a humanidade evoluiu em primeiro lugar? Por buscar experiências novas. Descer das árvores implicava em se arriscar, mas estar nas árvores era uma experiência já ultrapassada. O homem está em uma constante busca por novas vivências.

Se formos questionados sobre o que queremos, provavelmente vamos repetir o de sempre, o que é correto socialmente ou, aqueles mais rebeldes, o contrário do que é comumente desejado. Casa, comida e roupa lavada. Ter um filho, escrever um livro, morrer de tédio ou virar parte de algum grupo social revoltado. No fundo fica um vazio querendo ser preenchido. E a noção de que tudo isso já foi feito antes.

Nós queremos mesmo é ser surpreendidos. Instigados. Desafiados. Vivenciar coisas novas. E se não for por nós mesmos, se não temos suficiente capacidade de se auto-olhar e identificar a hora de mudar algo (seja em si, seja externo), tendemos a seguir o fluxo da sociedade.

Algumas pessoas aprenderam a quebrar o comum. É aí que o “what are you doing” do twitter ganha novas respostas.

Esse anseio tem dois lados da moeda. Um é o extremo da busca por coisas novas extrapolar o bom-senso e levar a vícios de comportamentos pra preencher esse “vazio de propósito” e carências ainda nem compreendidas. É aí que começam os comportamentos nocivos: consumismo desenfreado, excesso de velocidade, drogas, o mundo digital enquanto fuga de responsabilidades e por aí vai.

O outro lado é o próprio avanço da humanidade, as inovações de fato, a internet enquanto integração e fonte constante de geração de conteúdo, os exemplos são inúmeros. E temos também a famosa experiência do usuário.

É isso que algumas empresas entenderam e usam com maestria: criar novas experiências. O produto é apenas a ponta do rabo dessa experiência. Ela faz parte do produto.

Essa experiência não está na mente do consumidor e se você levar toda boa idéia para ser testada em grupos de opinião vai fazer o que sempre fez. Claro que sempre haverá público para aquilo que já é bom. Mas o grande negócio é gerar novas experiências. No caso da publicidade, o comercial da Sky com a Gisele é um exemplo de gerar novas experiências:

Pense: o que realmente é inovador? O homem de neandertal fez isso com o fogo, galileu com a luneta, a apple com o computador, o google com a internet.É sempre algo que está lá e precisa ser descoberto, aperfeiçoado e apresentado, surpreendendo a todos nós, meros mortais.

E falando em google, taí o vídeo do Larry Page (vi@updateordie) que me fez pensar nisso tudo:

“Os filósofos apenas interpretaram o mundo de várias maneiras. A questão é modificá-lo.” (Karl Marx em última tese contra Feuerbach.) via:heideggerianices


Como criar um criativo?

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Peguei uma pá de conteúdo aprendido nessa vida, lendo e fazendo, e postei minhas dicas sobre criatividade, lá no Clube de Criação Web.

Não conhece ainda? Clica aqui pra ir pra lá.

RT: @twitter twittando promoções

Bem-vindos a twitterlândia, terra das promoções!

Não é novidade. Oportunidades pipocam no twitter. Tanto que andei meio neurótico esses tempos anexando tudo que era empresa que aparecia por lá (criteriosamente, é claro).

Então comecei a pensar em algo que o twitter permite às empresas, que nenhuma atendente robotizada de telemarketing conseguiu até hoje: agregar personalidade.

Quando você segue a Dell, a Época, Everynote ou Ruby Brasil, por exemplo, no twitter, você não está, pelo menos não ainda, seguindo algo programado para te atender. A febre do passarinho piador foi tão rápida que não deu tempo. Provavelmente representantes da geração Y que estavam lá vendo tudo acontecer encheram o saco de seus chefes para abrir uma conta no twitter. Pelo menos essa é a minha hipótese.

Espero, realmente espero de verdade, que as empresas vejam a possibilidade de um contato mais personalizado, humano mesmo, embora virtualmente, com o usuário e aproveite o twitter da forma certa. Seja lá qual essa for.

O que rolou de legal esssa semana, ligado ao twitter:

Anúncio da Dell: estratégia esperta que une a mídia impressa com o twitter, a empresa que nos últimos 18 meses faturou mais de U$$ 1 milhão com alertas de promoções via Twitter bolou um anúncio que pipocou legal no, bem, twitter essa semana. Além disso e promoções seguidas pela empresa na twitterland. Eu quase comprei um notebook ontem. (vi@mrodrigoClube de Criação Web).

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Curiosidade: essa foto da Juliana Sardinha foi a primeira a rolar na twittersfera e ser usada nos blogs.

Ruby Brasil: Ruby é uma linguagem de programação. A Ruby Brasil, site sobre Ruby, Rails e derivados, entrou de sola no twitter com uma promoção bacana: você segue eles no twitter @rubybrasil, responde a pergunta “Por que você merece ganhar o livro sobre Rails do Urubatan?” e concorre ao livro do Rodrigo Urubatan, sobre Ruby e Rail.

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Eu não sou programador e me amarrei. Essa ação incita a interação mais dinâmica no twitter com uma ação pra lá de batida. O legal é seus followers lendo várias frases criadas por você, sentindo vontade de participar a partir daí. Interessante, é quase uma comunicação geométrica, progressivamente aumentada pela curiosidade alheia.

Everynote: agora o softaware imbatível para notas on-line está integrado ao twitter. Para mim e os trocentos usuários que não largam mais o aplicativo, é uma notícia excelente. Mais uma mídia social com conteúdo para agregar as notas on-line. Genial. Produtivo. Inovador. Enfim. Esse novo mundo me encanta.

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E por aí vai. Tudo isso são exemplos do que em Marketing chamamos de estratégia para novos usos do produto. Você pega ações que já existem, muda o contexto e o apelo, posiciona de acordo com aquele universo em questão e voi-lá! Novos resultados, novos usuários, inovação de processos.

Entrem no twitter, comecem a seguir gente e empresas interessantes que muita coisa legal deve vir, tão rápido quanto rápida está a internet.


Taikodom, Parque Tec. Alfa e games on line

Em Floripa, onde dei meus primeiros passos, existe um lugar chamado Parque Tecnológico Alfa. Nesse parque encontra-se a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica – CELTA e atualmente o Sapiens Parque, um parque de inovação que integra, de forma inédita, os conceitos de Science Park, Parque Tecnológico, Business Park e Cidade do Conhecimento.

Basta dizer que esse setor tem reunidas mais de 250 empresas de tecnologia, sendo o maior arrecadador de impostos da capital catarinense. Sim, o Parque Tec. Alfa contribuiu (e muito) para que nos últimos anos Floripa desse um salto de desenvolvimento de dar inveja a muitas capitais brasileiras. Além de polo turístico, virou referência em industria e o desenvolvimento tecnológico. O PTI, Parque Tecnológico de ITAIPU aqui em Foz está indo pelo mesmo caminho.

Mas eu não falei isso tudo apenas porque sou manezinho da ilha (com orgulho!), mas porque foi nesse local que nasceu o primeiro game on line totalmente nacional, com o conceito MSG (Massive Social Game), que permite milhares de jogadores conectarem-se simultaneamente a um mesmo universo em um único servidor.

O Taikodom (junção de dois radicais, um chinês e outro latino, Taiko e Dom, que significa, cosmos e domínio ou reino – O Domínio do Cosmos, ou Reino do Cosmos) foi desenvolvido pela Hoplon Infotainment em parceria inédita com a IBM. O resultado? Um jogo hospedado em um mainframe da IBM acelerado com processadores CELL, prometendo suportar até 40 mil jogadores simultaneamente, constituindo uma inovação e tanto nesse setor (todos os participantes conectam-se ao mesmo universo em um único servidor e toda a ação, inclusive as batalhas, é em tempo real, e o jogo continua mesmo depois que você se desconectar.)

Não sou exatamente um fã de jogos on-line, mas pra mim, que cresci com Odissei e Atari, jogando River-Raid, Missele Comand e Enduro, e hoje em dia PS e Wii, essa reinvenção da forma de se jogar on-line vale muito o post, pela forma inovadora como foi estruturado, por ter durado 4 anos seu desenvolvimento e custado $15 milhões e por ser 100% nacional (sem nenhum bairrismo da minha parte).

Eu havia visitado o Parque Tec. Alfa a uns três anos atrás, justamente porque sabia que esse jogo estava sendo desenvolvido pela equipe da Hoplon – juntamente com o escritor de ficção científica Gerson Lodi-Ribeiro. O lugar é um paraíso para quem tem uma boa idéia e precisa de incentivo para colocá-la em prática. Isso dada a possibilidade de você incubar sua empresa, conceito de todo Parque Tecnológico, para depois ganhar o mundo.

Foi o que aconteceu com o pessoal da Hoplon, que já foi matéria da revista Época Negócios em 2008 e saiu essa semana passada na novíssima MeioDigital (da turma da Meio&Mensagem).

O público, jovens a partir de 18 anos, e o retorno financeiro pretende vir de publicidade “in-game” (marca das empresas no game), merchandising e pacotes de benefícios para melhora de performance dos jogadores.

(fonte: Revista Época Negócios, Meio Digital, links citados e in loco)

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Omnifocus x RTM | Organizar para inovar

logo1Resolvi escrever esse post depois de testar o Omnifocus e o Remember the Milk, comparando as duas interfaces e aproveitando pra falar de inovação.

Inovação criativa é um conceito atual. A gente sabe o que é criatividade e inovação. Quando você junta essas duas coisas no mundo dos negócios, passa a oferecer às pessoas o que elas nem sequer imaginam. Apple faz isso, Google faz isso e segue-se uma lista interminável de inovações frequentes, em empresas, blogs, sistemas e afins.

Na minha opinião, isso pode ser ampliado pra tudo. David Allen, fez isso ao criar a metodologia Getting Things Done, no livro de mesmo nome que criou adeptos da sigla GTD no mundo inteiro, inclusive esse que vos escreve.

Imediatamente a idéia gerou tantas variações quanto são as rotinas e jeitões dos organizados (ou tentando se organizar) mundo afora. E então surgiram os aplicativos de produtividade GTD.

No meu caso a escolha se deu em função de um app que suprisse meus estados diários: em locomoçãovia mobile phone, e na frente do computador. Queria focar minha organização toda com o iPhone, utilizando o mac como suporte para os aplicativos (agenda, listas, contatos, etc.). Só faltava o GTD.

Sobre esse assunto, vários blogueiros já postaram. Recomendo o post da Bia Kunze (blog Garota sem Fio) que já disse tudo o que precisava.

São milhares de apps para produtividade, to dos, things, tasks, omnis mundo afora. Vários são excelentes. Depois de passar os últimos seis meses usando quase tudo que tem pra baixar, a gente chega a mesma conclusão que os especialistas: Omnifocus e Remember the Milk são os mais completos e assertivos nesse contexto.

Então estava eu, diante desses dois aplicativos decidindo qual usar. Vamos aos detalhes.

Primeiro, valores. O Omnifocus custa $19 e não tem como testar. Tem que confiar e comprar. E se quiser instalar o aplicativo para o seu pc ou mac, além do iPhone, tem que pagar mais $70.

A assinatura anual do RTM é $25 com a possibilidade de sincronizar on line e várias outras funcionalidades, como sistema de tags e fixar localização para tarefas via gps, sem precisar pagar a mais por isso.

E daí os testes. Fui primeiro de Remember the Milk (RTM) e sua simpática vaquinha, já que é gratuito para baixar e testar por 15 dias.

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Gostei demais da interface do RTM (a da direita). Simples, prática e fácil de usar, é um aplicativo completo para listas. Mas não é GTD. Ou pelo menos não foi pensado como GTD. A premissa de separar tarefas (ações e projetos por contextos) de compromissos (com data e hora marcada) não foi considerada pelo RTM. Porém, com algumas adaptações isso é (quase) resolvido.

O RTM é um fazedor de listas que divide as tarefas por data e prioridade. O método GTD usa a idéia de contextos, que é justamente o seu “pulo do gato” de inovação em relação às listas tradicionais: você resolve tudo o que tem pra resolver utilizando a sua localização ou estado.

Por exemplo, se vc tem várias coisas para fazer na rua, como pagar contas, ir ao correio, comprar uma bala, etc., coloca tudo no contexto @Rua (a sigla arroba significa “at” ou “na”). Assim resolve tudo em uma tacada só e organiza as tarefas de forma focada: quando estiver na rua, o que vale são as tarefas possíveis de serem cumpridas nesse contexto.

Por isso tive que adaptar o RTM para o método GTD. Achei o post do Walmar Andrade, do blog FatorW e suas dicas deram uma luz. Porém fiz do meu jeito: as listas viraram contextos e as tags viraram as divisões lógicas do GTD: Inbox, Projetos, Ações, etc. Assim as ações e projetos eram inseridos via tags e na edição acrescentava a lista como contextos.

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Mas não me dei por satisfeito. Comprei o Omnifocus para comparar as interfaces. Não tem comparação. O Omnifocus é um app de produtividade pensado como GTD, que vc pode configurar ao bel prazer. Pra quem leu o livro e estudou a metodologia, cai como uma luva.

Mas tem algumas desvantagens. A interface não é tão simpática e intuitiva quanto o da vaquinha leiteira do RTM. Também não tem versão em português, um problema que espero logo seja suprido. Não tenho como sincronizar com um sistema on line e acessar onde e quando eu quiser, como acontece com o RTM. Isso pra mim pesa bastante, pois como trabalho com design e criação, estou 60% do meu tempo na frente do computador e preciso de um app que funcione como organizador de tarefas que eu possa visualizar na tela, para acompanhar meus jobs.

Porém o RTM tem desvantagens que dificultam e pesam mais como aplicativo GTD, como o fato de que não consigo criar projetos mais complexos, inserir tarefas dentro de tarefas e contextos dentro de contextos.

O uso de um ou de outro vai depender de como você utiliza o método. O Omnifocus permite se organizar da forma mais simples à mais complexa. O RTM, para quem quer simplesmente utilizar um fazedor de listas, sem se aprofundar muito no método GTD é perfeito.

Por isso tive que dar a mão à palmatória e passei a utilizar o Omnifocus. Pelo menos até a querida vaquinha resolver adotar a premissa do GTD. O que não deve demorar.

E lembre-se: para inovar é preciso se organizar. Criatividade funciona bem com o caos. A inovação criativa, útil e bem resolvida precisa de dedicação. E isso só com organização.
Para ler e clicar
Outros links que pesquisei para chegar até aqui:

GTD por Bia Kunze

43 folders. Essencial para quem quer tempo, atenção e trabalhar criativamente.